19/04/2004
Sociedade do Espetáculo
Caros,Conforme o combinado, nossa próxima aula discutirá a crítica de Guy Debord à sociedade do espetáculo, questionando a validade e as possíveis atualizações dos pressupostos situciacionistas no contexto da cultura de rede.
Além das teses de Guy Debord (disponíveis no xerox), sugiro que façam uma boa pesquisa no Google sobre a Internacional Situacionista e seus produtos, atendanto para o modo como se relacionavam com os procedimentos e as criações da cultura de massas.
Isso ajudará a centralizar o debate que será feito em cima do DVD de Mark Amerika, Trace Raddell e Rick Silva (The Society of Spetacle - A Digital Remix) nos seguintes pontos:
- Aproximações e distâncias entre pós-modernismo e cultura de sampleagem;
Afinal, o que nos diferencia das práticas situacionistas?
- No âmbito de uma cultura profundamente marcada pelo "branding" e pela vida mediada pela tela e pelas lentes, ainda podemos operar a crítica da sociedade do espetáculo?
-A cultura da rede é a do espetáculo?
Pensem por exemplo na Tese 4 de Debord:
"O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediada por imagens".
(e nesse ponto sugiro: retomar as questões que ficaram pendentes na aula passada e ler o ensaio do Roger Tavares sobre o corpo feminino no campo das novas mídias disponível aqui
e um extra: Manifesto da Internacional Situacionista
Escrito por gb às 14h45
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